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Nome: Paulo Araujo Endereço eletrônico: escolaprofetica@msn.com Título: Toda verdade sobre a morte do Papa Comentários: A história da Igreja Católica Apostólica Romana nos dá conta de que, no século onze, nos anos de 1057 e 1058, o sumo pontífice era o Papa Estevão IX 1. Este, por sua vez, foi alvo de uma revelação inusitada. Em sua visão transcendental, contou-nos o Papa Estevão IX, que, ficou ciente de que no porvir da Igreja Católica ocorreria uma grande transformação na trajetória da Doutrina, que passaria de Sacerdotal à Profética. Haveria uma mudança tão radical que contrariaria muitos interesses. Entre esses, o teológico-doutrinário, o econômico e, ainda, devolveria a Igreja à sua função primordial. A Igreja voltaria a ser para os pobres.
Inicialmente, haveria uma verdadeira faxina nas dependências da Igreja. Muitos seriam afastados por usarem a doutrina adâmica para a exploração dos fiéis que ingenuamente aceitaram todas as tolices que a velha casta sacerdotal impusera. Com a aquiescência da ciência, a proteção do legislativo, a subserviência dos educadores e através do sistema Teo-científico-político-pedagógico, a Doutrina da Escola Sacerdotal passou, de geração a geração, os condicionamentos que escravizaram mentalmente a nação inteira. Nós estamos consciente ou inconscientemente dominados pela apatia hipnótica que subjuga a sociedade. É proibido perguntar.
Detalhadamente, a revelação diz que o papa número 112, contado a partir do papa seguinte ao Papa Estevão IX, o Papa Bento X 2, entre outras modificações, acabaria com os dogmas, com os rituais, com a fé cega ligada a crendices, com a administração de castigos e penitências, resgataria a mensagem libertadora de Jesus e conduziria à salvação 3, todos os povos e nações deste planeta.
Enfim, a transformação doutrinária seria tão inspirada quanto completa que voltaria a ser ensinada em seu sentido mais prático e eficaz, à semelhança do que ocorria no Cristianismo original 4. Até algumas décadas depois do cumprimento da gloriosa missão de Jesus, muitos dentre o povo, curavam-se uns aos outros aplicando os ensinamentos da Doutrina da Escola Profética, a mesma, que Jesus ensinava e divulgava com suas completas e convincentes demonstrações de Poder, sobre o mundo e tudo o que nele existe.
Resumidamente, aconteceria uma substituição da Doutrina da Escola Sacerdotal pela Doutrina da Escola Profética. A diferença básica é o documento que fundamenta cada uma das correntes doutrinárias. A Escola Sacerdotal apresenta à sociedade o Documento Jeovista 5, denominado, leigo ou nômade, como sendo o seu fundamento, que atesta a origem do universo inclusive o homem e que começa no Capítulo 2, versículo 6, do Gênesis. A Escola Profética 6 tem como fundamento o Documento Eloista, que começa no Capítulo I, versículo I e se estende até o versículo 31, onde se lê: "E viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom..." Por uma questão de precedência e procedência espiritual, o homem criado neste documento está em oposição direta ao homem criado no Documento Jeovista. Um nada tem a ver com o outro. Por possuírem caracteres antagônicos, concluí-se que para que um seja verdadeiro o outro que se lhe opõe tem necessariamente que ser falso.
À medida que o tempo passava, a expectativa em torno do cumprimento da profecia era crescente para muitos que desfrutavam dos benefícios pessoais que a Doutrina da Escola Sacerdotal propiciava a eles. Esses não queriam qualquer mudança, pois isto, certamente, atrairia a possibilidade de danos aos interesses econômicos desse grupo doutrinário adâmico, dominante.
Finalmente, 921 anos depois, toma posse o Papa n° 112. Não havia dúvida, ele era o Papa da revelação. Era ele que, o Papa Estevão IX, tinha visto em sua premonição. Ele era alvo e desfrutava da admiração do Papa Paulo VI, seu antecessor, e do qual recebeu sobre os ombros, na Praça do Vaticano, diante de milhares de fiéis, a estola papal. Era como se o Papa Paulo VI, estivesse dizendo, e estava, "este é o meu preferido". Na época, "o preferido" de Paulo VI, era apenas um padre comum. Todos os atos e fatos de sua existência, caracterizavam aquele que sempre seguiu a Doutrina da Escola Profética. Ele pertencia ao grupo ao qual a Casta Sacerdotal adâmica denomina "reformistas". Os "reformistas" estão proibidos pelo Papa Karol Woytila, de tomarem parte nas reuniões do Vaticano para tratarem dos rumos da Igreja.
Para o grande público parece que a divisão interna da Igreja se resume em esquerda e direita, mas não é verdade. A divisão interna da Igreja consiste em dois grupos formados, cada um, de seguidores da Doutrina da Escola Profética (os reformistas) e seguidores da Doutrina da Escola Sacerdotal (tradição sacerdotal). A morte de Jesus foi tramada pelos precursores da Doutrina da Escola Sacerdotal, a mesma, que hoje dita as ordens no Vaticano.
O "preferido" de Paulo VI, ao tomar posse, anunciou: "Ame a todos, pelo menos um corresponderá". Esta exortação, segue a Doutrina da Escola Profética. Ele, ao tomar as primeiras medidas que a reforma exigia, elaborou uma lista de quarenta nomes que ocupavam cargos do mais alto grau na hierarquia da Igreja e, que ele queria fora do Vaticano. Entre esses, estavam o Secretário de Estado do Papa Paulo VI; o Diretor do Banco do Vaticano, Bispo Paul Marcinkus 7, responsável pelo "rombo" no banco que dirigia e, responsável, também, pela falência do Banco Ambrosiano, ao vender para este banco 900,000,000 de dólares, em títulos do tesouro americano, sendo que a metade era de títulos falsos.
Quase todos aqueles que constavam da lista de demitidos, eram da Maçonaria. Curiosamente, os maçons que sempre foram repudiados pela Igreja Católica, praticamente, estavam dominando as ações dentro do Vaticano. Há nisto uma terrível contradição. Como pode alguém ser Maçon e Católico ao mesmo tempo, senão por motivação inconfessável. Vimos que há, entre os Cristãos, personalidades dotadas de um caráter tão sórdido quanto há, entre os maçons, pois ambos, cuidam do individual em detrimento do coletivo. Neste caso, tanto o Cristianismo quanto a Maçonaria ficaram com suas imagens distorcidas e fora do propósito inicial.
A repercussão das medidas tomadas pelo Papa João Paulo I, provocou a ira dos iníquos, que ainda exploram a ignorância a que, eles mesmos, conduziram o povo ingênuo e desprovido da capacidade perceber e discernir, para separar o que presta do que não presta.
Ele recebeu carinhosamente o cognome de "Papa Sorriso". Ele era o Papa da Profecia. Ele era Albino Luciani. Ele defendia a Doutrina da Escola Profética. Ele era o Papa da Reforma. Ele era o Papa João Paulo I. Ele pontificou apenas 33 dias. Ele foi assassinado. Que Deus o tenha.
Paulo Araujo Bibliografia: | |